Enquanto a China executa planos de 50 anos com a precisão de um relógio, o Brasil parece preso em um "pêndulo estéril". A cada quatro anos, tentamos reinventar a roda, enquanto o verdadeiro poder não muda de mãos.
Por que não conseguimos ter um projeto de país como defendiam Celso Furtado e Conceição Tavares?
🔥O Veto do Mercado: O "projeto de nação" foi substituído por "regras fiscais". No Brasil, o Estado perdeu a soberania de investir.
🔥O Pêndulo Estéril: A alternância de poder, que deveria ser um pilar democrático, tornou-se uma máquina de descontinuidade. Passamos dois anos desfazendo o governo anterior e dois anos fazendo campanha para o próximo. Resultado? Projetos de infraestrutura e tecnologia, que levam décadas, morrem no meio do caminho.
🔥A Autonomia do Estado: A lição que vem do Oriente não é apenas sobre "centralização", mas sobre quem manda em quem. Na China, o capital está subordinado ao projeto nacional. No Ocidente, o projeto nacional está ajoelhado perante o capital financeiro.
Será que é possível reconstruir o Brasil dentro das regras de um sistema que premia o rentismo e pune o desenvolvimento de longo prazo? Ou estamos apenas escolhendo quem vai administrar a nossa estagnação?
O que você acha? O problema é a falta de um "Líder" ou é o "Sistema" que foi desenhado para travar qualquer avanço soberano?
👇 Diga o que você pensa nos comentários. 🔥Vamos subir o nível desse debate.
O Brasil vive um paradoxo: trocamos de governo, mas não mudamos nossa estrutura de subdesenvolvimento. Enquanto a China executa planos de décadas com estabilidade e foco industrial, o Ocidente parece preso em um "pêndulo" onde um governo desfaz a obra do outro.
Inspirados em Celso Furtado e Conceição Tavares, perguntamos: É possível sustentar um projeto de desenvolvimento de longo prazo dentro das regras da democracia liberal atual?
O orçamento público, embora pareça uma peça puramente técnica, é, na verdade, um dos instrumentos mais políticos de uma sociedade. No cenário brasileiro, a disputa pela alocação de recursos é marcada por uma enorme desigualdade: setores com mais poder e influência dominam a cena, enquanto aqueles com menos "voz ativa" dependem da defesa direta de um governo para serem contemplados no orçamento. Entenda os bastidores dessa disputa com Francisco Lopreato 👉 https://youtu.be/NIqFwye99mQ
O orçamento federal é finito e a disputa desigual. Como garantir que grupos com menos poder político não fiquem de fora das prioridades do Estado? (SPOILER)
🚨 NÃO É MAIS TEORIA: O DESPEJO DE DÓLARES COMEÇOU.
Enquanto a mídia tradicional discute "se" a desdolarização vai acontecer, os dados mostram que ela já está em curso. Nas últimas semanas, os países do BRICS+ iniciaram um movimento coordenado:
📉 VENDA MASSIVA: Trilhões em Títulos do Tesouro Americano (T-Bonds) sendo liquidados. 📈 COMPRA RECORDE: Toneladas de OURO físico sendo estocadas pelos Bancos Centrais do Oriente.
Eles estão trocando "promessas de pagamento" (dólar) por ativos reais. O professor Bruno de Conti avisou: quando o dólar vira arma, a confiança acaba.
O que acontece com a economia global quando os maiores credores dos EUA decidem sacar o dinheiro?
🔥 Hoje é dia de Conceição no canal. E não é qualquer trecho.
Esse corte é de um seminário histórico na Unicamp que colocou, na mesma mesa, Maria da Conceição Tavares e Celso Furtado. Dois gigantes. Duas leituras que moldaram a economia política brasileira.
O trecho que vai ao ar hoje é a Conceição no modo mais afiado: desmontando a falsa neutralidade da economia, questionando o determinismo que ainda domina boa parte da teoria econômica e lembrando algo que muitos fingem esquecer — a economia lida com incerteza radical, instituições e poder, não com equações limpas.
O vídeo completo, inédito, desse encontro histórico sai em março. Antes, vamos soltar um corte de Celso Furtado que conversa diretamente com esse raciocínio e amplia o campo para hegemonia, dólar e a arquitetura do poder mundial.
💬 Quero saber de você: o que mais incomoda na fala da Conceição?
João Manuel Cardoso de Mello não tem papas na língua: "É sempre a mesma coisa. Corta o gasto. É o repeteco dos credores ingleses do século XIX".
Tivemos um Projeto Nacional. Tivemos a ousadia de Getúlio Vargas, que demitiu o dono do maior banco do país do Ministério da Fazenda porque ele só queria "fazer ajuste".
Hoje, trocamos a construção de uma "nação civilizada" pelo "chororô" e pela obediência ao capital externo. Quando o dinheiro do mundo acaba, a gente quebra. Até quando?
Dizer que somos uma democracia plena é ignorar a realidade dos números. Neste corte, João Manuel Cardoso de Mello analisa: vivemos uma Democracia de Fachada.
Os sintomas apresentados: 🚫 Monopólio das big techs: Não existe debate entre iguais, existe imposição de narrativa.
📉 Fim da Mobilidade Social: O trabalho não enriquece mais. A "solda" social quebrou.
💸 Assalto ao PIB: 10% de toda a riqueza nacional (2005) vai direto para rentistas. Nem a Rússia dos Czares concentrou tanto dinheiro.
É possível chamar de democracia um sistema que trabalha contra a maioria?
Instituto de Economia da Unicamp
🚨 DEMOCRACIA OU REFÉM DO MERCADO?
Enquanto a China executa planos de 50 anos com a precisão de um relógio, o Brasil parece preso em um "pêndulo estéril". A cada quatro anos, tentamos reinventar a roda, enquanto o verdadeiro poder não muda de mãos.
Por que não conseguimos ter um projeto de país como defendiam Celso Furtado e Conceição Tavares?
🔥O Veto do Mercado: O "projeto de nação" foi substituído por "regras fiscais". No Brasil, o Estado perdeu a soberania de investir.
🔥O Pêndulo Estéril: A alternância de poder, que deveria ser um pilar democrático, tornou-se uma máquina de descontinuidade. Passamos dois anos desfazendo o governo anterior e dois anos fazendo campanha para o próximo. Resultado? Projetos de infraestrutura e tecnologia, que levam décadas, morrem no meio do caminho.
🔥A Autonomia do Estado: A lição que vem do Oriente não é apenas sobre "centralização", mas sobre quem manda em quem. Na China, o capital está subordinado ao projeto nacional. No Ocidente, o projeto nacional está ajoelhado perante o capital financeiro.
Será que é possível reconstruir o Brasil dentro das regras de um sistema que premia o rentismo e pune o desenvolvimento de longo prazo? Ou estamos apenas escolhendo quem vai administrar a nossa estagnação?
O que você acha?
O problema é a falta de um "Líder" ou é o "Sistema" que foi desenhado para travar qualquer avanço soberano?
👇 Diga o que você pensa nos comentários. 🔥Vamos subir o nível desse debate.
1 day ago | [YT] | 905
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Instituto de Economia da Unicamp
🚨 PROJETO DE NAÇÃO OU CAOS ELEITORAL?
O Brasil vive um paradoxo: trocamos de governo, mas não mudamos nossa estrutura de subdesenvolvimento. Enquanto a China executa planos de décadas com estabilidade e foco industrial, o Ocidente parece preso em um "pêndulo" onde um governo desfaz a obra do outro.
Inspirados em Celso Furtado e Conceição Tavares, perguntamos: É possível sustentar um projeto de desenvolvimento de longo prazo dentro das regras da democracia liberal atual?
Assista ao vídeo e vote abaixo 👉 https://youtu.be/kwW7eqMFawc
2 days ago | [YT] | 87
View 51 replies
Instituto de Economia da Unicamp
O orçamento público, embora pareça uma peça puramente técnica, é, na verdade, um dos instrumentos mais políticos de uma sociedade. No cenário brasileiro, a disputa pela alocação de recursos é marcada por uma enorme desigualdade: setores com mais poder e influência dominam a cena, enquanto aqueles com menos "voz ativa" dependem da defesa direta de um governo para serem contemplados no orçamento. Entenda os bastidores dessa disputa com Francisco Lopreato
👉 https://youtu.be/NIqFwye99mQ
4 days ago | [YT] | 161
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Instituto de Economia da Unicamp
O orçamento federal é finito e a disputa desigual. Como garantir que grupos com menos poder político não fiquem de fora das prioridades do Estado? (SPOILER)
4 days ago | [YT] | 82
View 46 replies
Instituto de Economia da Unicamp
🚨 NÃO É MAIS TEORIA: O DESPEJO DE DÓLARES COMEÇOU.
Enquanto a mídia tradicional discute "se" a desdolarização vai acontecer, os dados mostram que ela já está em curso. Nas últimas semanas, os países do BRICS+ iniciaram um movimento coordenado:
📉 VENDA MASSIVA: Trilhões em Títulos do Tesouro Americano (T-Bonds) sendo liquidados. 📈 COMPRA RECORDE: Toneladas de OURO físico sendo estocadas pelos Bancos Centrais do Oriente.
Eles estão trocando "promessas de pagamento" (dólar) por ativos reais. O professor Bruno de Conti avisou: quando o dólar vira arma, a confiança acaba.
O que acontece com a economia global quando os maiores credores dos EUA decidem sacar o dinheiro?
Assista a análise urgente 👇
https://youtu.be/35FTyFx9EA0
6 days ago | [YT] | 298
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Instituto de Economia da Unicamp
Se grandes Bancos Centrais estão vendendo Dólar e comprando Ouro, o que isso sinaliza para os próximos meses?
1 week ago | [YT] | 61
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Instituto de Economia da Unicamp
🔥 Hoje é dia de Conceição no canal. E não é qualquer trecho.
Esse corte é de um seminário histórico na Unicamp que colocou, na mesma mesa, Maria da Conceição Tavares e Celso Furtado. Dois gigantes. Duas leituras que moldaram a economia política brasileira.
O trecho que vai ao ar hoje é a Conceição no modo mais afiado: desmontando a falsa neutralidade da economia, questionando o determinismo que ainda domina boa parte da teoria econômica e lembrando algo que muitos fingem esquecer — a economia lida com incerteza radical, instituições e poder, não com equações limpas.
👉 Assista aqui: https://youtu.be/BH2dRwsQ9rM
Isso é só um fragmento.
O vídeo completo, inédito, desse encontro histórico sai em março.
Antes, vamos soltar um corte de Celso Furtado que conversa diretamente com esse raciocínio e amplia o campo para hegemonia, dólar e a arquitetura do poder mundial.
💬 Quero saber de você: o que mais incomoda na fala da Conceição?
1 week ago | [YT] | 335
View 14 replies
Instituto de Economia da Unicamp
QUEM MANDA NO BRASIL: O POVO OU O BANCO?
João Manuel Cardoso de Mello não tem papas na língua: "É sempre a mesma coisa. Corta o gasto. É o repeteco dos credores ingleses do século XIX".
Tivemos um Projeto Nacional. Tivemos a ousadia de Getúlio Vargas, que demitiu o dono do maior banco do país do Ministério da Fazenda porque ele só queria "fazer ajuste".
Hoje, trocamos a construção de uma "nação civilizada" pelo "chororô" e pela obediência ao capital externo. Quando o dinheiro do mundo acaba, a gente quebra. Até quando?
Assista à aula de história e economia 👇 https://youtu.be/bj_BoqtiBVw
1 week ago | [YT] | 78
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Instituto de Economia da Unicamp
🗳️ O VOTO AINDA MANDA NO BRASIL?
Dizer que somos uma democracia plena é ignorar a realidade dos números. Neste corte, João Manuel Cardoso de Mello analisa: vivemos uma Democracia de Fachada.
Os sintomas apresentados:
🚫 Monopólio das big techs: Não existe debate entre iguais, existe imposição de narrativa.
📉 Fim da Mobilidade Social: O trabalho não enriquece mais. A "solda" social quebrou.
💸 Assalto ao PIB: 10% de toda a riqueza nacional (2005) vai direto para rentistas. Nem a Rússia dos Czares concentrou tanto dinheiro.
É possível chamar de democracia um sistema que trabalha contra a maioria?
Assista e tire suas conclusões 👉 https://youtu.be/kgDjd3Fojy8
1 week ago | [YT] | 84
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Instituto de Economia da Unicamp
Qual deve ser a prioridade da economia brasileira hoje? (Aviso de Spoiler)
1 week ago | [YT] | 143
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